31 de janeiro de 2013

Vitamina B12 em AdeS e Mais Vita originais


Eu não sabia disso até ler o rótulo do AdeS original no mercado: um copo de 200 ml tem 42% da vitamina B12 que necessitamos por dia. Ou seja, um pouco menos de 500 ml e estamos OK! O mesmo valor é encontrado também em seu similar Mais Vita, produzido pela Yoki. Um copo de 200ml de AdeS também possui 15% de ácido fólico, 15% de vitamina A, 30% de vitamina B6, 15% de vitamina B2, 15% de C, 40% de vitamina D, 15% de vitamina E, 24% de cálcio, 16% de zinco, 7% de sódio, 2% de gordura saturada, 8% de fibras alimentares, 3% de carboidratos, 7% de proteína e 82 Kcal. 


A mesma quantidade de Mais Vita original tem um pouco mais de calorias, 102 Kcal, as mesmas doses de vitaminas, ácido fólico, cálcio e carboidratos, 1% a menos de zinco, 3% a menos de sódio, 4% a menos de fibras, 3% a mais de proteína, 1% a mais de gordura saturada e é enriquecido também com 15% de nossas necessidades de ferro. Este mineral só é encontrado nas versões originais. 



Parecem bons... Só fica a pulga: e essa soja é transgênica? =/



Imagens retiradas dos sites dos respectivos produtos.

30 de janeiro de 2013

Leitíssimo!


imagem retirada do site www.leitissimo.com.br


Estava no supermercado Extra quando vi este novo produto nas prateleiras, Leitíssimo. Fiquei intrigada para saber mais sobre este leite, qual a real diferença entre ele e os demais. Não havia preço na prateleira, mas isso é meio que padrão no Extra. Li a embalagem que não dizia muita coisa além de "produzido 100% com leite de nossas vacas", da sugestão dada pelo desenho da vaca feliz com seu bezerrinho e um endereço de internet leitissimo.com.br. Pensei: que bom que o leite é só das vacas deles, que não precisam comprar e/ou misturar com o de outro produtor! Desenho de bicho feliz infelizmente não quer dizer muita coisa, pois vários produtos possuem, mesmo nos oferecendo o bicho morto e processado.

Em casa fui ver o site e parece realmente muito bacana. O processo de produção é diferente desses de confinamento que tanto os veganos nos mostram como horrorizante e que realmente são. A fazenda fica na Bahia e o gado fica livre no pasto. Não há uso de antibióticos na produção, nem de carrapaticídas e etc. O gado se alimenta exclusivamente de pasto, e de um pasto super adequado para ele, deixando o leite mais nutritivo. Além disso, a fazenda possui uma reserva de mata nativa de mais de 50% do território, possui escola para crianças, jovens e adultos etc. O litro sai por volta de R$3,20, nada mal. Um pouco mais caro que os demais, só que muito, muito melhor. A relação custo benefício é fantástica, vale super a pena. Quem está achando bacana, aconselho a dar uma olhada no site, pois é cheio de fotos e informações.

imagem retirada do site www.leitissimo.com.br
imagem retirada do site www.leitissimo.com.br


29 de janeiro de 2013

Hoje é dia 29, dia de 'Gnocchi della Fortuna'!!!!

Que maravilha!!! Um dia por mês dedicado a se comer gnocchi! Supertição ou não, sei que acho isso o máximo! Eu já fiz o meu e convidei meu namorado para almoçar comigo. Olhem como ficou lindo!


Meu namorado disse que gosta das minhas invenções, pois uso vários ingredientes que ele não costuma ver juntos em cardápios por aí. De fato, a grande maioria dos restaurantes segue a mesma linha: carnes à francesa, Oswaldo Aranha, à Cavalo, com arroz de brócolis, à Piamontese, massas ao sugo, quatro queijos, etc. Sou suspeita, mas, para mim, os restaurantes italianos são os mais criativos e originais em seus cardápios. O antigo Saltimboca (atual Villa Otto) por exemplo, tem um ravioli de maçã verde sensacional! Adoro esse restaurante! Tem muitas opções vegetarianas e ainda é perto daqui de casa. Show!

Voltando ao gnocchi da foto, aqui vai a receita:

- 1 brócolis americano pequeno
- 1 cenoura média
- 1/2 cebola média
- Castanha-de-cajú torrada
- 250 ml de creme-de-leite fresco
- 1 colher de chá de cominho
- sal a gosto
- azeite
- 500 g de gnocchi (massa fresca)

Você vai precisar de duas panelas, uma grande para o gnocchi e uma média para o molho. Encha a panela grande com água e coloque para ferver. Enquanto isso, vá preparando os ingredientes do molho. Lave o brócolis e corte-o em pedaços pequenos. Descasque a cenoura, corte-a em rodelas largas e depois corte as rodelas em quatro. Corte a cebola em pedaços pequenos ou médios. Nesta altura, a água já deve estar fervendo. Coloque os gnocchis na água e espere um pouco, já a postos com uma escumadeira e um prato de servir massa ou refratário médio. Para quem não sabe, o ponto do gnocchi é quando ele sobe do fundo da panela. Retire-os gentilmente com a escumadeira, coloque-os no prato de servir e reserve.

Na panela média, coloque um fio de azeite, a cebola cortada e leve ao fogo para refogar. Mexa para que não queime. Depois, junte a cenoura com um 'cadinho só de água, tampe e reduza e fogo. Deixe um minutinho e junte o brócolis e o cominho. Misture bem, junte mais um pouquinho de água se necessário e tampe. Espere mais uns minutinhos e acrescente o creme de leite e o sal. Mexa até começar a ferver e dar o ponto. Desligue o fogo, junte as castanhas de cajú e misture. Cubra o gnocchi com este molho e pronto. Arrume uma mesa bem bonita e bom apetite!

Essa receita é rapidinha e ficou ótima! E é claro, você pode usar este molho para outros tipos de massa e o que mais lhe apetecer. ;)

18 de janeiro de 2013

Purê de Grão-de-Bico

Fiz um purê de grão-de-bico inspirado na receita de Nicola Graimes, no livro Nova Cozinha Vegetariana, que ficou ótimo! Toda hora que eu como acho uma delícia. Farei mais vezes. Até quem não gosta de grão-de-bico gostou! ;)

Meu purê com a foto fantástica do livro Nova Cozinha Vegetariana ao fundo.

Fiz assim:

- 500g de grão-de-bico (deixei de molho umas horinhas)
- 400 ml de leite
- 1 colher de sopa de margarina
- Sal

Cozinhei o grão-de-bico na pressão por meia-hora. Depois, coloquei só os grãos no multiprocessador junto com metade do leite e bati bem. Antes, tinha feito uma tentativa com o espremedor de batatas, mas o grão-de-bico é seco demais para ser esmagado assim, por isso parti para o multiprocessador. Passei o conteúdo para uma panela, juntei o resto do leite, coloquei o sal e fiquei lá, mexendo (fogo brando, galera!). Quando deu o ponto desejado, juntei a margarina, mexi mais um pouco até ela derreter e pronto! Deu purê que não acaba mais. Estou comendo até hoje, desde segunda-feira! Metade da receita dá para umas quatro pessoas tranquilamente. Experimentem e comprovem!

17 de janeiro de 2013

Para pensar, refletir e mudar (sempre).

Para que todos nós reflitamos, copiei esta frase do blog Vegans Vegetarianos:

"Uma tonelada de vegetais para alimentar as pessoas equivale a uma tonelada de alimentos, porém uma tonelada de vegetais para alimentar o gado vai se transformar em menos de 200 kilos de carne, ou seja, desperdiçamos 80% deste alimento para converte-lo em carne, o que é extremamente ineficiente para um planeta com milhões de pessoas passando fome. Se todos fossem vegetarianos poderíamos ter cinco vezes mais alimentos disponíveis e ainda preservar nossas últimas florestas".

Quando me perguntam porque eu virei vegetariana, respondo sempre que são vários os motivos. Não quero ficar entrando em discussão com quem não está aberto e essa resposta é excelente para perceber o quão aberto está o interlocutor. O motivo acima com certeza é bem forte e deveria ser pensado por todos os que ainda consomem carne, seja na hora que estão fazendo suas compras no mercado seja escolhendo o prato nos restaurantes. Existem muitas opções protéicas disponíveis fora do reino animal e muito mais saudáveis, pois são isentas de colesterol. Quem buscar se informar sobre os benefícios de uma dieta vegetariana vai se deparar com uma série de textos, debates e etc. dizendo que os riscos de entupimento de artérias, doenças cardíacas, de cânceres e outros males são muito menores em vegetarianos. Também vai se deparar com constatações de que nosso organismo é similar ao dos herbívoros, e não ao dos carnívoros. Do tamanho de nosso intestino ao movimento de nossa mandíbula, tudo aponta para que somos vegetarianos por natureza. 

Nossa sociedade sofre com as consequencias terríveis de nosso sistema atual, onde o lucro sempre crescente, as grandes companhias são seus reflexos inevitáveis. Nosso planeta vem sendo destruido pelo desmatamento, pelo evenenamento do solo, do ar e das águas, pela intensa produção de lixo, que poderia ser diminuida se repensassem nas inúmeras embalagens que um só produto tem, pelo consumo desmedido. O problema da fome tem o lucro como obstáculo. Além do que aponta a citação no início desta postagem, lembremos dos galpões de alimentos queimados devido a produção acima da esperada e o interesse em manter os preços altos. Tem tanta coisa errada... Se cada um fizesse um pouco de força para o outro lado, ajudaria. Sei que o esforço deve ser muito mais que um pouco, mas a mudança deve ser iniciada em qualquer nível que seja. Vamos juntos!

15 de janeiro de 2013

Frutas: Lichia

Ainda dá tempo de saborear a Lichia. Fruta originária da China, seu cultivo no Brasil ainda é pequeno e incipiente, por isso o preço não é dos melhores... :( A colheita por aqui acontece entre novembro e janeiro, ou seja, final da primavera e início do verão. Para quem não conhece ou já viu a fruta mas nunca experimentou, aconselho que comprem, coloquem na geladeira, depois descasquem e comam, várias. Uma delícia!!! Seu sabor é suave e doce. Geladinha então, fica ultra-refrescante, que é tudo o que queremos nesse calor carioca, não é mesmo?

Lichia descascada, pouco antes de ser comida, e com casca, ao fundo à direita.
A lichia é rica em potássio e vitamina C, além de ter outras vitaminas e minerais em teores menos significaivos. Agora, informações bombásticas sobre a frutinha. Rola um estudo dizendo que a Lichia auxilia quem está querendo perder umas gordurinhas, principalmente na região do 'panceps'. É pessoal, já estou até arrependida de ter comprado apenas uma caixinha... rsrsrs. Cada frutinha tem em torno de 6 calorias, e o fato de ter que descascar pacientemente uma a uma faz com que não devoremos muitas de cada vez. Mas não é só por isso que a Lichia é boa para o emagracimento. De acordo com informações colhidas no blog Dieta & Nutrição e no site da revista Saúde da editora Abril (os textos são idênticos, mas os autores não... ô-ou...), o Prof. Dr. Jun Nishihira realizou uma pesquisa no Japão e observou uma considerável perda de gordura abdominal em voluntários que consumiram extrato de lichia em comparação com outros que consumiram placebo. Tudo graças a uma substância chamada Cianidina. Acho legal se ligar que a perda se deu com o consumo do extrato e não da fruta em si (aaaaaaaahhhhhhh....). Não se sabe quantas frutinhas devemos comer por dia para termos um bom resultado, mas dá para comprar o extrato em lojas (u-hu!). Vou parar por aqui e sair já para comprar mais lichia para mim enquanto é tempo!


14 de janeiro de 2013

Livro "Nova Cozinha Vegetariana"

Há algum tempo que comprei este livro de receitas de dar água na boca. O livro é um espetáculo: capa dura, belas fotos, dois marcadores fixos de página, papel couchê, mais de 200 páginas e conteúdo de primeira!!!


A autora mestre-cuca, Nicola Graimes, organizou as receitas por método de preparo (crus, grelhados, fritos, no vapor, cozidos e assados); cada método é um capítulo. Na introdução, nos explica sobre cada uma das técnicas, sobre o preparo de grãos secos, arroz e germinação de grãos e sementes, e sobre os ingredientes exóticos que encontraremos nas receitas.

De primeira, dá vontade de experimentar todas. Marquei uma das receitas para começar a experiência: "Cogumelo com purê de grão-de-bico e Schnitzel de Berinjela". Fiquei vidrada no purê de grão-de bico e resolvi fazer só ele, mas o bicho-carpinteiro da culinária que mora em mim não me permitiu seguir a receita e dei umas modificadas. Ficou gostoooso... Em outra postagem eu coloco fotos, comentários e a minha receita, uma variação da do livro.

Se você também é fissurada ou fissurado por livros de receitas, este é um que deve figurar entre os seus. Vale super a pena. A editora brasileira é a Publifolha, e o valor de venda é de R$ 49,90 (mas acabo de ver por R$ 42,42 pelo site Cia.dos Livros!).

10 de janeiro de 2013

Em outro restaurante Hare Krishna



É... Os Hare Krishna estão dominando o mercado gastronômico do Rio de Janeiro!!! rsrsrsrsrs Quem dera... Não é bem isso, mas que o negócio é um sucesso, qualquer um que for ao restaurante Veggie Govinda, no Centro (Rua Rodirgo Silva, 6) pode confirmar. Olha só quanta gente!





Fui na terça passada, dia 08, muito bem acompanhada de minha amiga querida Isa, após 4 horas de exposição no CCBB (2h na fila e 2h usufruindo da espera). Também tivemos que aguardar para conseguir uma mesa, mas nada muito demorado. A indicação foi da Karen, uma fofa que tive o prazer de conhecer recentemente. 

O esquema lá é ligeiramente diferente do Hare Krishna da Tijuca. São duas opções de prato por dia, com direito a salada, suco (refresco) e sobremesa, com preço fixo de 26 reais. Nós duas escolhemos o mesmo prato, o número 1, que tinha um arroz integral com côco tostado que ganhou prontamente a concorrência do prato 2, com yakisoba. O refresco do dia era de cupuaçu com capim limão. Boooom!!!! De sobremesa, pudim de ricota com laranja. :-P

Salada, refresco e sobremesa.

Prato 1 de terça-feira.

Bonito, não!? Interessante a "louça" de metal, como no outro. Como ignorante no assunto, vou me interar sobre. Tirei uma foto do cardápio para não ter que ficar escrevendo os nomes de cada item, mas a foto ficou uma porcaria e mal consigo ler devido à falta de foco. Vou ter que voltar lá para conferir os nomes (e um dos pratos de um outro dia). Nada mal...

O restaurante fica aberto de 11:30 às 15:30, de segunda a sexta, conforme informação no interior do mesmo. Eles também têm um bazar para quem se interessar pelo assunto e dão cursos, no terceiro andar. ;)

8 de janeiro de 2013

Doce de Cupuaçu (do mercado)

Huuuummmmm!!!!! Que delícia que é o cupuaçu!!! Uma das coisas que gosto de fazer quando viajo é ir ao supermecado (êh, lado dona de casa falando mais alto...). Pensem o que quiserem, mas é um ótimo passeio cultural, a gente vê o que o povo daquele lugar costuma consumir no dia a dia, essas coisas. Em Amsterdam, por exemplo, comprei altas mostardas!

Numa dessas, em Belém, PA, comprei um doce de cupuaçu, desses de corte, tipo marmelada, que me arrependi depois de ter pego apenas um, pois o doce é maravilhoooso! A marca é "Feito por Nós". Bate lindamente qualquer bombom de cupuaçu que se possa imaginar. Muito bom, mesmo!

Nesse saudosismo do doce, acabei comprando um da "Via Amazonas", no Hortifruti. Não é o mesmo, mas é bom também. Recomendo. A embalagem não é das mais bem boladas, pois nesse calor de mais de 40°, o doce acabou melando um pouco e tive que descarta-la de primeira.

Caixa melada no cantinho interno, à esquerda.

Doce fora da embalagem, já sem um pedaço! Huummm!!!

Ainda tenho a esperança de encontrar do outro em solos cariocas, pois já achei uma geleia de cupuaçu da mesma marca, Feito por Nós, no Zona Sul. Vai rolar!!!!!

4 de janeiro de 2013

Café da manhã com chuva

Essa chuvinha veio para abençoar o carioca. Ninguém aguentava mais aquele calorão! Sensação térmica de 50°C não é brincadeira, não! Graças a Deus, agora está bem melhor. Chuvinha gostosa, tempinho úmido e temperatura agradável. Ai, ai...

Acordei pensando que tinha que ir comprar um pãozinho pro café, pois a goma que tinha não dava para uma tapioca decente. E a preguiça??? Meu lado Sarolina endossou o assunto e decidi me virar com o que tinha em casa. Afinal, para que sair e gastar mais dinheiro se posso passar um pente fino na geladeira e na despensa? Fiz uma tapioquinha mesmo, de queijo minas curado, chá Twinnings Lady Grey, delicioso, que agora também se encontra no mercado do Grajaú, e a grande sacada: iogurte de maracujá. Peguei um copo, coloquei mel, juntei um potinho de iogurte desnatado, misturei bem e juntei com um suco concentrado (e caseiro) de maracujá com gengibre. Que delícia! Ficou divino e não precisei sair na chuva! ;) Uma foto para ilustrar e um ótimo dia para todos.


E por falar em NYC... 'Plantain' ou Banana da Terra

Tive meu interesse por Banana da Terra aguçado em minha primeira (e até agora única) ida a Nova Iorque. Estava num restaurante cubano (com música ao vivo!) e minha atenção parou em um ingrediente: "plantain". Mas que diacho é isso??? Perguntei ao garçom, mas a explicação não foi muito elucidativa. Decidi experimentar o prato, que tinha feijão também, e quando chegou me deparei com uma espécie de escondinho de banana da terra, muito interessante. Pensei: "taí! Vou incorporar a banana da terra em receitas salgadas", afinal, nosso costume aqui no Brasil é consumirmos essa banana frita, acompanhando a refeição ou de sobremesa, com açúcar e canela.

Passei a comprar banana da terra, mas nada de ousar uma receita diferente. Ontem, finalmente, decidi arriscar e fiz umas experiências. A primeira foi tentar fazer chips de banana. Cortei uma delas em rodelas finas, coloquei num tabuleiro untado com azeite, moi um pouco de sal marinho por cima, salpiquei cúrcuma e reguei com um fio de azeite. Aqui está o tabuleiro antes de ir para o forno.


Coloquei no forno pré-aquecido e deixei por volta de 15 minutos em temperatura média-alta. Algumas poucas acabaram queimando, não ficaram crocantes como eu queria, mas o sabor estava ótimo! Da próxima vez vou colocar numa temperatura mais baixa. Se alguém souber a temperatura e o método ideal para secar frutas no forno, por favor, me fale. Pode ser por comentário ou email. Ah, como não ficou sequinha sequinha, é melhor consumir na hora.

A segunda experiência foi o purê. Ficou bacana, mas ainda pode ser aperfeiçoado. Cortei uma banana inteira em pedaços grandes e cozinhei rapidamente em pouca água (um a dois dedinhos). Depois, amassei com o garfo num parto e voltei com ela para a panela, aproveitando a água do cozimento. Juntei uma colher de chá de sal, uma colher de café de cominho, uma colher de sobremesa de margarina, uma pitada generosa de cúrcuma (quase meia colher de café) e fiquei mexendo até achar que estava bom. Durante o processo, juntei um pouquinho mais de água. Preparei um prato com arroz integral, proteína de soja salpicada com gergelim, uma espécie de chucrute que fiz anteontem, o purê decorado com uns chips de banana e olhem só como ficou meu almoço:


Bacana, não? Adoro cozinhar e como moro sozinha, posso inventar a vontade, pois a cobaia sou eu mesma. Essa ficou boa! Quem quiser copiar ou se inpirar para aperfeiçoar a receita, recomendo com força. Ah, atenção com a cúrcuma, que mancha tudo de amarelo. Estou com as pontas de dois dedos pintadinhas até agora. rsrsrs

3 de janeiro de 2013

Esquentando os tamborins para NYC

Mês que vem vou para os EUA (NYC e Washington DC). Claro que já estou fuçando para descobrir endereços de restaurantes vegetarianos em NY. Vi um site bárbaro, com uma lista de 10 restaurantes, incluindo seus cardápios e valores!!!!! Muito bacana, não? Para quem ficou curioso, clique aqui: www.gayot.com. Com certeza vou postar sobre eles depois! ;)

Mas o motivo desta postagem não é falar sobre esse site ou restaurantes para ir. Hoje, procurando onde comprar artigos hindus em Nova Iorque, fui parar num blog bem legal, de uma brasileira também vegetariana, parece que Hare Krishna (foi assim que fui parar lá), que gosta de jazz e que postou diversas dicas de viagem para NYC, chamada Debora Wolf. Daí, deu saudade dos passeios e resolvi compartilhar aqui no blog o vídeo da tempestade de neve que peguei no topo do Empire State. Foi um presentão da natureza, um espetáculo lindo, e detalhe que só nevou lá em cima, na cidade não caiu um só floquinho. Aqui está o vídeo, amador, mas o que vale está registrado:

2 de janeiro de 2013

Proteinas não animais: cogumelos

       Antes de começar um ensaio do Gnu, meu grupinho querido, ao saber que tinha me tornado vegetariana, um amigo me perguntou como eu estava fazendo em relação às proteínas. Disse a ele o que a grande maioria dos vegetarianos já sabe, que na verdade existe um consumo exagerado de proteínas na alimentação dos seres humanos carnívoros. Sabiamente, no desenrolar da conversa, ele lembrou que o excesso não é só de proteínas, que estamos num excesso de quase tudo, excesso que vai além da comida, mas esse papo é assunto para uma outra postagem (mal iniciei o blog e já estou criando uma fila de promessas de postagens. Ai, ai...). Continuando, falei que existem inumeras outras fontes de proteína fora do reino animal e, questionada quais seriam elas, respondi imediatamente uma das mais famosas, as leguminosas: feijão, soja, lentilha, etc. 

       Já em casa, ao ler um dos comentários deixados neste blog, fui vasculhar o site Sabor Ciranda, pois fiquei interessada nos cursos de culinária. Fui parar no facebook do Sabor Ciranda e lá me deparei com a foto dos cogumelos. Pensei na hora: "Caramba! Esqueci de mencionar os cogumelos como fonte de proteína não-animal!". Assim, resolvi iniciar uma série de postagens sobre os alimentos, começando pelos cogumelos.

fonte: www.cogumelosonline.com.br
       Sempre gostei de champignon. Quando criança e até bem pouco tempo atrás, consumia feliz o de conserva. Numa viagem à Curitiba, em turnê com o projeto "O Piano de Guerra-Peixe", fomos comer fondue e me surpreendi com o champignon fresco usado como se fosse carne. Ficou divino! Também não posso deixar de citar a maravilhosa experiência dos champignons frescos salteados no molho shoyo no buffet de café da manhã do Hilton, em Manchester (sou chique, não?). Amei e incorporei com força no café da manhã daqui de casa. A situação ficou dificil para o opção em conserva... O fresco tem muito mais sabor e textura. Sem comparação!

       Para quem não sabe, existem outras variedades de cogumelos frescos disponíveis no mercado carioca, como o shitake e shimeji. Na feira do Grajaú, às terças, tem uma barraca que vende todos esses tipos. Fica na Rua Mearim, quase esquina com a Rua Grajaú. Vale a pena! Também tem no Hortifruti, mas a bandejinha é a metade do peso e o preço é mais alto. Outro lugar supimpa para comprar é na CADEG. Foram os melhores preços que encontrei.

       Além de uma deliciosa fonte de proteína (o champignon é o de mais alto teor dentre os três que citei aqui, numa média de 28%*), os cogumelos ainda nos fornecem carboidratos, fibras alimentares, vitaminas como as do complexo B e minerais como fósforo. Viu só que beleza!? Bora incorporar os cogumelos no cardápio também??? ;)

* FURLANI e GODOY. Valor Nutricional de Cogumelos Comestíveis. http://www.scielo.br/pdf/cta/v27n1/26.pdf