16 de dezembro de 2012

É Mole?

Nossa, ontem fui numa aventura com meu namorado: shopping em época de Natal! A compra era para ser rápida, mas... Na primeira loja, a tentativa era de comprar uma roupa de presente para uma menina. Gente, que loucura! Até conseguimos escolher as peças, depois de muito tempo, pois as vendedoras estavam loucas, assim como a clientela, só que aquelas super mal preparadas. Agora, pagar foi impossível. Só para fechar a conta foi tipo missão impossível. Na hora de pagar, aproximadamente uns 30 minutos de espera, sem previsão para atendimento. Fomos embora de mãos vazias. Conseguimos comprar o presente na única loja, das 6 que entramos, com bons vendedores. Ufa e até que enfim!

Mas o que isso tem a ver com vegetarianismo? Bem, estava nos planos almoçar por lá (detalhe que já eram 17h). Fomos ao La Mole, que pelo menos não serve na confusão da praça de alimentação. = P Chegando lá, nós mesmos nos conduzimos à mesa, nós mesmos pegamos o cardápio, o azeite, só faltou irmos para a cozinha preparar o pedido. rsrsrsrsrs. Agora, o motivo do título desta postagem: o La Mole servia uma opção lacto-vegetariana boa, o ravioli de queijo coalho com damasco. Servia, no passado, para minha surpresa e decepção! É mole uma coisa dessas!? Também tiraram a clássica sobremesa de banana flambada com sorvete. Surreal!!! Fora isso, o couvert estava sem pizza branca e grissini. Será que foi o Papai Noel quem comeu tudo? Opções de almoço ovolactovegetariano que sobraram no La Mole: uma massa, acho que gnocchi, aos quatro queijos, salada especial (aquela que você monta num papelzinho, com 12 itens e 1 molho) e pizzas de mussarela, margherita e tomate seco com rúcula. Fiquei com a salada e fui feliz!

Numa época em que tanto se fala de inclusão, cadê a inclusão dos vegetarianos na sociedade? Vou pedir para que venha junto com o espírito de Natal, que também anda perdido por aí!

12 de dezembro de 2012

No restaurante Hare Krishna

Finalmente fui hoje almoçar no Refeitório Lactovegetariano e Vegan Radhe Shyan, no Templo Hare Krishna, na Tijuca (Rua Felipe Camarão 140, pertinho da Praça Varnhagen). Aproveitei o serviço vizinho de um lava-jato, pois meu carro de vermelho brilhante já estava rosa fosco (ui!), e fui lá conhecer. O funcionamento é de 11:30 às 15:00, de quarta à sexta, e de 12h às 16h aos sábados, domingos e feriados.

A recepção é feita ao som de Bhajans para Krishna e cheirinho de insenso (suave, ao menos para o meu nariz). Uma mocinha simpática veio me explicar como funciona e anotar meu pedido. Eles tem um cardápio com várias opções e a gente pode escolher o que quisermos dentro delas. Não entendi bem se o suco e a salada acompanham a refeição ou paguei algum deles a parte, mas pouco importa, é coisa de 2 reais. Registrei meu pedido na foto abaixo.


O pedido chegou rapidinho e ainda veio de brinde uma caipirinha sem álcool de gengibre e limão. Do cardápio, pedi: arroz integral, feijão fradinho, samosa assada de legumes (tipo um pastelzinho de forno, no canto esquerdo da foto), sabji de abobrinha, com proteína de soja e agrião (acima, à esquerda), salada e refresco de goiaba, laranja e couve. Estava uma delícia, com destaque para o feijão super bem temperado e o refresco bonzão! Se eu quisesse, ainda tinha uma cuca de banana de sobremesa, mas já estava bem satisfeita com a refeição. Paguei 17 reais por tudo, muito bom preço para Rio de Janeiro, e sai de lá com os bhajans na cabeça. Gostei e voltarei. Ah, e ainda rola uma lojinha de produtos indianos, com roupas, imagens, incenso, etc. Recomendo!

Ainda em Tatuí...

Depois da última aula em Tatuí, peguei uma carona direto para a rodoviária, para já garantir minha passagem para a manhã do dia seguinte. Voltei para o hotel por outra rua, que dá direto na Praça da Matriz e chegando lá, vi um café bem bacaninha, com umas mesinhas na praça, toldinho, enfim, um clima bom. Abortei o plano de procurar o tal do Ópera Mix e decidi jantar/ lanchar lá, no Café Canção.

Muito bom, várias opções de sanduíches para quem é lactovegetariano além do variado cardápio de bebidas com café (conheço gente que se ler isso, vai querer ir a Tatuí). Pedi um sanduíche chamado Tropicália (cream cheese, tomate seco, azeitona preta e rúcula), no pão de forma integral, pois não tinha baguete, e um Café Vienense (café, chocolate meio amargo e chantilly). Estava tudo uma delícia! Olhem só as fotos:

Café Vienense antes da destruição, digo, consumo - Café Canção, Tatuí.

Sanduíches Tropicália com café já bagunçado - Café Canção, Tatuí.

Fica a dica para os vegetarianos que forem a Tatuí, cidade da música, em São Paulo: não deixem de ir ao Café Canção, para um lanche gostoso e agradável, e no Tempero Manero para almoçar bem sem gastar muito! ;)



9 de dezembro de 2012

Em Tatuí (São Paulo)

Cheguei em Tatuí na sexta passada para dar aula de Planejamento de Projetos Musicais durante o final de semana. Sai do Santos Dummont para Campinas, pela Azul. Gente, me supreendi com as opções de lanchinhos da companhia. Tinha cookie integral, mix de amêndoas com passas e amendoim, um outro biscoito salgado integral e outras opções mais vulgares (tipo: batata frita, bala e o famoso goiabinha). Fiquei com o mix!

Chegando em Campinas começou a jornada. Cheguei quase 11 horas da manhã e em Tatuí, quase 5 horas da tarde!!!!! A moça da empresa de turismo da faculdade tinha me dito que a viagem era de 2 horas, e fiquei 6 horas em deslocamento. Uau!!!! Sinceramente, acho que teria sido mais rápido ter vindo direto de ônibus. Almocei na rodoviária de Campinas mesmo, no fast food de comida italiana, enquanto aguardava a saída do "cata-corno".

Quando finalmente entrei no hotel, a única coisa que meu corpo pedia era um banho. Ainda dei uma saidinha até o mercado para comprar água antes de finalizar e testar tudo para a aula do dia seguinte. Daí veio a questão: onde jantar? No hotel, impossível, tudo tinha carne, fora omelete de queijo. Não sou fã de omelete assim para deixar a preguiça dominar. Como no hotel tem internet sem fio gratuita no quarto mandei a frase "onde comer em Tatuí" para ver o que aparecia. Vi logo um, chamado Ópera Mix, que tinha um comentário "opções vegetarianas". Oba! Entrei no site, vi o cardápio, localização no google maps, anotei no caderninho. Anotei outros endereços e sai. Mas, cadê as placas com os nomes das ruas? Ops... Acabei tomando um suco ao leite e um pão de batata com requeijão na Casa de Sucos, na Rua 15 de novembro.

Vai um pedacinho aí?

Ontem, sai com as alunas para almoçar num dos restaurantes que tinha tomado nota, Sattva. Nunca ia encontrar, pois este nome é a razão social. O nome do letreiro é Tempero Manero (sem "i" mesmo). Muito gostosa a comida e muito barata. Paguei R$ 6,30 pela refeição (buffet livre para quem não come carne) e uma água com gás (500 ml). Onde isso é possível no Rio? Jantei uma pizza no forno à lenha (ah, essa comida italiana querida, que sempre me salvou nas horas de necessidade...). Hoje, almocei com as alunas novamente, pessoas muito simpáticas e agradáveis. Fomos a um restaurante chamado Paiol, de comida caipira. Comi um mingau de milho muito bom. Faz com milho ralado e um refogadinho para temperar. Não chega a ser uma canjiquinha, que adoro, mas foi uma excelente experiência. Vou ver se hoje à noite consigo ir no tal do Ópera Mix. ;)


Uma curiosidade: na frente do local das aulas tem um restaurante. Fui lá no intervalo de ontem, para perguntar se eles serviam alguma coisa sem carne. A moça me perguntou o que eu gostava de comer então, pois tinha panquecas de frios. Achei graça dessa: desde quando frios não é de carne? Vai entender a lógica...